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As oportunidades no setor energético foram destaques do Fórum Chambers Rio de Janeiro

  • Foto do escritor: Vera Moreira Comunicação
    Vera Moreira Comunicação
  • 31 de mar. de 2025
  • 2 min de leitura

o evento reuniu especialistas do setor jurídico e energético para debater temas fundamentais para o futuro dessa indústria no Brasil


“Os temas de petróleo e gás, energia verde, propriedade intelectual, análise de mercado e como o Brasil pode ser protagonista nas tendências energéticas mundiais foram a trilha do Fórum no Rio. Recebemos as maiores empresas dessa indústria: Bravo Energia, White Martins, Grupo Ultra (com a marca Ipiranga), a Prumo Logística com o Porto do Açú, a CBIEL e a consultoria internacional Alvarez e Marsal. Saímos do Fórum com o mapa do caminho das tendências de negócios e dos gargalos do setor energético. Além disso, anunciamos que a área de prática Direito Imobiliário foi incluída no ranking regional da Chambers para o Rio de Janeiro”, resume Mateus Monteiro, Head de pesquisa do Brasil da Chambers and Partners.


O evento começou com um painel sobre disputas contratuais no setor de petróleo e gás, abordando questões relacionadas aos contratos de desinvestimento e fornecimento, além do uso da arbitragem como solução estratégica. Passou para a integração dos setores de gás e energia, com foco no Leilão de Reserva de Capacidade de 2025 (LRCAP), ressaltando questões regulatórias, contratuais e de infraestrutura para a segurança jurídica.


Transição energética foi um dos pontos centrais do evento, com um painel dedicado ao hidrogênio de baixa emissão de carbono e combustíveis do futuro. Os palestrantes compararam a evolução desse mercado no Brasil e no mundo, analisando as oportunidades criadas por novas legislações e as perspectivas de investimento. “Estamos tirando as licenças ambientais para ampliar o Porto de Açu de 1 milhão de m² para 2 milhões e meio de m² até 2030, olhando para novas frentes de energia”, anunciou Barbara Bortolin, gerente de R.I. da Prumo.


A propriedade intelectual foi o tema de um painel que explorou os desafios enfrentados por diferentes setores, como energia renovável. “Foram pedidas 40 mil patentes em 2023 globalmente no setor de energia solar, eólica e alternada. A maioria na China. Tirar patente é caro e demora. Aqui no Brasil o INPI demora de 10 anos para licenciar. Hoje usamos como solução o processo prioritário que aceita 15 tipos de pedidos de patentes, entre ela as tecnologias verdes”, informou Tatiane Alves, sócia da RNA Advogados.


O Fórum Chambers Rio de Janeiro proporcionou uma plataforma essencial para troca de conhecimentos e experiências, fortalecendo o diálogo entre profissionais do direito e da indústria energética, como a experiência do Grupo Ultra-Ipiranga e a CBEI sobre combustíveis e as regulamentações necessárias para o segmento.

 

Vera Moreira/ Assessora de Imprensa dos Fóruns Chambers no Brasil / (11) 99989-6217

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