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Outono aumenta casos de alergias e olho seco

  • Foto do escritor: Vera Moreira Comunicação
    Vera Moreira Comunicação
  • 27 de mar.
  • 2 min de leitura

especialista alerta para cuidados com a saúde ocular


A chegada do outono, marcada pela queda das temperaturas e pela baixa umidade do ar, acende um sinal de alerta para a saúde dos olhos. Nesse período, é comum o aumento de problemas oculares como alergias, irritações e síndrome do olho seco.


De acordo com a oftalmologista Regina Cele, as mudanças climáticas impactam diretamente a lubrificação natural dos olhos.

“No outono, o ar mais seco favorece a evaporação da lágrima, o que pode causar desconforto, irritação e até comprometer a saúde ocular se não houver cuidados adequados”, explica.

Além disso, o aumento da concentração de poeira, ácaros e poluentes contribui para o agravamento de quadros alérgicos. Os sintomas mais comuns incluem coceira, vermelhidão, ardência, lacrimejamento e sensação de areia nos olhos.


A oftalmologista também chama atenção para um hábito muito comum que pode trazer consequências importantes: coçar os olhos com frequência.

“Além de piorar quadros alérgicos, o ato de coçar os olhos de forma repetitiva pode estar associado ao desenvolvimento e à progressão do ceratocone, uma doença que afina e deforma a córnea, prejudicando a qualidade da visão”, explica Regina Cele.

Segundo a especialista, esse comportamento deve ser evitado, especialmente em pacientes com alergias oculares, que tendem a coçar mais os olhos.


Outro problema recorrente nessa época é a conjuntivite, principalmente de origem alérgica. “Muitas pessoas confundem os sintomas e acabam se automedicando. O uso inadequado de colírios pode mascarar doenças ou até piorar o quadro clínico”, alerta a especialista.

A oftalmologista reforça que hábitos simples no dia a dia fazem toda a diferença na prevenção.

“A hidratação do corpo, o uso de óculos de sol e evitar coçar os olhos são medidas essenciais para proteger a visão durante o outono”, orienta.

Segundo Regina Cele, ao perceber sintomas persistentes, o ideal é procurar avaliação médica:

“Quanto antes o paciente buscar orientação, maiores são as chances de evitar complicações e garantir o tratamento adequado”, conclui.


Vera Moreira/ Assessora de Imprensa (11) 99989-6217 e 3253-0729 – vera@veramoreira.com.br

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