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- Tributarista participa de evento de negócios em São José dos Campos
O evento “Diálogos & Estratégias – Do Risco ao Lucro” reunirá, em 5 de maio, especialistas e profissionais do mercado para discutir caminhos práticos de gestão, tomada de decisão e geração de resultados sustentáveis nas empresas. A proposta é promover um ambiente de troca de experiências e conteúdo aplicado, voltado a empresários e lideranças que buscam transformar desafios em oportunidades de crescimento. A programação aborda temas como análise de risco, planejamento estratégico e eficiência financeira — pontos cada vez mais centrais em um cenário econômico dinâmico e competitivo. A iniciativa reforça a importância de decisões estruturadas e baseadas em dados para garantir previsibilidade e lucratividade nos negócios. Um dos destaques do encontro é a participação de Silvania Tognetti, professora de Direito Tributário do Insper e fundadora do Tognetti Advocacia, que trará sua visão sobre estratégia e organização patrimonial aplicada à realidade empresarial. Com atuação reconhecida na área jurídica e consultiva, Silvania contribui com uma abordagem que conecta segurança jurídica à geração de valor, evidenciando como a estruturação adequada pode mitigar riscos e potencializar resultados. Ao reunir especialistas de diferentes áreas, o evento se consolida como um espaço qualificado de networking e atualização, conectando teoria e prática para apoiar empresas na transição do risco à lucratividade — um movimento essencial para negócios que desejam crescer de forma consistente e sustentável. Diálogos & Estratégias - Do Risco ao Lucro 05 de maio às 19h Barbaresco Esplanada, São José dos Campos - SP https://www.sympla.com.br/evento/dialogos-estrategias-do-risco-ao-lucro/3386357 Vera Moreira - Assessora de Imprensa do Tognetti Advocacia (11) 99989-6217 - vera@veramoreira.com.br
- Associação Brasil Parkinson divulga carta aberta e cobra mudanças urgentes no sistema de saúde
Manifesto aponta três prioridades para enfrentar a doença Segundo a OMS , 1% da população mundial têm Parkinson, mais de 200 mil casos no Brasil, mas estudo da Universidade Federal do Rio Grande do Sul , mais de 1 milhão de brasileiros terão a Doença de Parkinson até 2060. Abril, mês de conscientização da Doença de Parkinson, ganha um novo marco no Brasil com a divulgação de um manifesto público assinado pela presidente da Associação Brasil Parkinson, Dra. Érica Tardelli. O documento alerta para a urgência de mudanças estruturais no enfrentamento da doença no país, considerada hoje a condição neurológica que mais cresce no mundo. A carta destaca que, apesar dos avanços médicos, o Parkinson ainda é subdiagnosticado e frequentemente reduzido ao tremor — uma visão simplificada que ignora impactos profundos na autonomia, comunicação e qualidade de vida dos pacientes. A entidade chama atenção para o sofrimento silencioso de milhares de brasileiros e para as falhas no acesso ao diagnóstico e ao tratamento adequado. Segundo o manifesto, o cenário atual revela desigualdades importantes no sistema de saúde, especialmente no acesso a terapias complementares e acompanhamento contínuo. A Associação Brasil Parkinson , que há 40 anos atua no acolhimento e reabilitação de pacientes, defende uma mudança de paradigma no cuidado com a doença. O documento propõe três frentes prioritárias de avanço no Brasil: diagnóstico precoce e qualificado, ampliação do cuidado integral no Sistema Único de Saúde (SUS) e a construção de políticas públicas sustentáveis baseadas em evidência . A entidade reforça que o envelhecimento da população tende a ampliar significativamente o número de casos nos próximos anos. Entre os pontos críticos, está o atraso no diagnóstico, muitas vezes causado pela falta de capacitação na atenção primária. Além disso, o modelo de tratamento ainda é centrado na medicação, sem incorporar de forma estruturada terapias como fisioterapia, fonoaudiologia e suporte psicológico — fundamentais para preservar a funcionalidade dos pacientes. Ao final, a presidente reforça o papel da sociedade, gestores e profissionais de saúde na transformação desse cenário. “Mais do que ampliar o debate, é preciso transformá-lo em ação”, destaca o documento, que convida o país a olhar para o Parkinson com mais responsabilidade e compromisso. CARTA ABERTA À SOCIEDADE, À CLASSE MÉDICA E AOS GESTORES PÚBLICOS Mês de Conscientização da Doença de Parkinson A Doença de Parkinson ainda é, no Brasil, uma condição subdiagnosticada, subtratada e frequentemente compreendida de forma limitada. Reduzi-la ao tremor é ignorar sua complexidade clínica, seu impacto funcional e, sobretudo, o sofrimento silencioso de milhares de brasileiros. O Parkinson compromete autonomia, comunicação, mobilidade e qualidade de vida. Afeta não apenas quem recebe o diagnóstico, mas toda a sua rede de apoio. E, ainda assim, seguimos convivendo com atrasos diagnósticos, acesso desigual ao tratamento e ausência de políticas públicas estruturadas que contemplem o cuidado integral. É diante desse cenário que a Associação Brasil Parkinson reafirma seu compromisso com a sociedade brasileira. Ao longo de 40 anos, a Associação tem atuado de forma consistente na promoção da informação qualificada, no acolhimento de pacientes e familiares e na defesa de um modelo de cuidado que vá além do tratamento medicamentoso, integrando reabilitação, suporte emocional e acompanhamento contínuo. Acreditamos que o enfrentamento do Parkinson no Brasil exige uma mudança de paradigma. É fundamental avançar em três pilares centrais: Diagnóstico precoce e qualificado A identificação dos sinais iniciais da doença ainda é um desafio, inclusive na atenção primária. Propomos a ampliação de programas de capacitação para profissionais de saúde, com foco em reconhecimento precoce e encaminhamento adequado, reduzindo o tempo entre os primeiros sintomas e o diagnóstico definitivo. Cuidado integral no Sistema Único de Saúde (SUS) O tratamento do Parkinson não pode se limitar à prescrição medicamentosa. Defendemos a incorporação estruturada de abordagens multiprofissionais no SUS, incluindo fisioterapia especializada, fonoaudiologia, terapia ocupacional e suporte psicológico, garantindo funcionalidade e qualidade de vida ao paciente. Políticas públicas sustentáveis e baseadas em evidência É urgente incluir a Doença de Parkinson de forma mais robusta nas agendas de saúde pública, com planejamento, financiamento adequado e integração entre os níveis de atenção. O envelhecimento da população brasileira e o aumento do número de casos em todo o mundo torna essa pauta ainda mais relevante e inadiável. A Associação Brasil Parkinson se coloca como parceira técnica e institucional na construção dessas soluções. Nosso compromisso é contribuir com conhecimento, experiência clínica, articulação social e atendimento ao SUS em nossa sede, fortalecendo políticas públicas eficazes, humanizadas, promovendo saúde e bem-estar e reduzindo as desigualdades de acesso. Mais do que ampliar o debate, é preciso transformá-lo em ação. Neste mês de conscientização, convidamos gestores, profissionais de saúde, formadores de opinião e toda a sociedade a olharem para o Parkinson com mais profundidade, responsabilidade e compromisso. Cuidar da pessoa com Parkinson é preservar sua dignidade, sua autonomia e seu lugar na sociedade. E isso não pode esperar. Érica Tardelli / Associação Brasil Parkinson Vera Moreira/ Assessora de Imprensa (11) 3253-0729 e 99989-6217 - vera@veramoreira.com.br
- IFPA lança campanha para estimular consumo de banana na safra
É tempo da safra de banana, a fruta fresca mais consumida no mundo. Segundo a Embrapa, o Brasil é o maior consumidor mundial e o quarto maior produtor, com produção de 6,6 milhões de toneladas e com geração de cerca de 500 mil empregos diretos. A IFPA, entidade global que representa a indústria de produtos frescos, lança para o varejo a Campanha de Sazonalidade da banana, voltada a estimular o consumo dessa fruta. A entidade disponibiliza um kit digital gratuito com materiais para redes sociais com informações dos benefícios da fruta, lindas imagens para folhetos, e-book de receitas e vídeos que vão ajudar hortifrutis, supermercados e atacarejos em ações de marketing. “O ano começou com muita disponibilidade de Banana Prata e Nanica. Tradicionalmente, era um momento de baixa disponibilidade. A tendência para os próximos meses é de muita colheita, então a oferta continuará alta. Por consequência, os preços estão ainda muito baixos e sem perspectivas de aumentar. A qualidade do produto tem melhorado bastante em virtude do investimento em insumos na maioria das lavouras. O mercado consumidor retraiu muito, por exemplo: agora, em janeiro, tivemos 40% de retração em média em nossos clientes, o que impactou muito a venda de bananas”, analisa Fabrício Albuquerque, diretor comercial do Sitio Barreiras, um dos maiores produtores de banana do Brasil e associado IFPA. A mesma visão de Rafaela Fava, diretora da Bananas Fava, uma das referências na produção e comercialização de bananas no Brasil, localizada em Jundiaí (SP): “A safra de banana neste ano está caminhando bem, para todas as variedades da fruta. A produção vai depender muito como vai ser o clima e sempre período mais críticos é o meio do ano para frente, desde que não tenha muita seca e frio também. Até o momento, tudo caminhando normal”. Os varejistas associados à IFPA têm direito ainda de treinar seus colaboradores em workshops exclusivos e customizados, como uma ação de educação que mitiga perdas e promove informações para aumentar consumo. Para todo varejo nacional, o kit gratuito da Campanha de Sazonalidade da Banana está disponível para download - https://bit.ly/CampBananaIFPA26 Vera Moreira/ Assessora de Imprensa da IFPA no Brasil / (11) 99989-6217
- Eventos em São Paulo reforçam conscientização, inclusão e qualidade de vida para pessoas com Parkinson
Abril marca o Mês da Conscientização da Doença de Parkinson , uma das condições neurológicas que mais crescem no mundo e que já afeta cerca de 10 milhões de pessoas globalmente – 1% da população mundial. No Brasil, a estimativa é de mais de 200 mil pessoas diagnosticadas, número que pode ser ainda maior devido à subnotificação e ao diagnóstico tardio. Caracterizada por sintomas como tremores, rigidez muscular e lentidão de movimentos, a doença de Parkinson exige acompanhamento contínuo e políticas públicas que garantam acesso a tratamento, medicamentos e atividades complementares que promovam qualidade de vida. Com esse objetivo, a Associação Brasil Parkinson promove, ao longo de abril, uma agenda especial de eventos em São Paulo, reunindo pacientes, especialistas, autoridades e a sociedade civil. A programação começa no dia 10 de abril , com uma solenidade na Câmara Municipal de São Paulo, em alusão ao Dia Mundial da Doença de Parkinson, com a participação de pessoas com Parkinson, médicos especialistas e representantes da ABP para ampliar o debate sobre políticas públicas, acesso a tratamentos e os desafios enfrentados pelos pacientes no dia a dia — incluindo relatos recorrentes de dificuldades no acesso a medicamentos pela rede pública. Já no dia 11 de abril , data oficial de conscientização da doença, a programação segue com atividades na Associação Atlética do Banco do Brasil, na zona sul de São Paulo, reunirá eventos artísticos, como dança sênior, tango e artesanato, palestra sobre Conscientização da Doença de Parkinson com a neurologista Dra. Margarete de Jesus Carvalho e ao acolhimento de pacientes e familiares. Dia 15 de abril , Solenidade na Assembleia Legislativa de São Paulo. Encerrando a agenda, no dia 18 de abril , a ABP promove um torneio de tênis de mesa em parceria com a Universidade de São Paulo, no Centro de Práticas Esportivas, para reforçar o projeto Ping Pong Parkinson, que utiliza o esporte como ferramenta terapêutica. Estudos e experiências práticas mostram que o tênis de mesa pode contribuir para a melhora da coordenação motora, reflexos e concentração — habilidades impactadas pela doença. Para a presidente da ABP, Dra. Érica Tardelli, o mês de conscientização é fundamental para dar visibilidade à causa. “O Parkinson ainda é cercado por desinformação. Precisamos falar mais sobre a doença, garantir diagnóstico precoce e ampliar o acesso a tratamentos e atividades que realmente façam diferença na vida dos pacientes”, afirma. Ela destaca o papel das iniciativas promovidas ao longo do mês: “Quando unimos informação, acolhimento e atividades como arte e esporte, conseguimos mostrar que é possível viver com mais qualidade e autonomia, mesmo com o Parkinson.” Mas, há muitos desafios de saúde pública e de inclusão. “O envelhecimento da população brasileira indica que os casos de Parkinson tendem a crescer nos próximos anos, reforçando a necessidade de políticas públicas estruturadas, formação de profissionais especializados e ampliação de centros de atendimento. Nesse cenário, ações de conscientização como as promovidas pela ABP tornam-se essenciais para informar a população, reduzir o estigma e estimular o diagnóstico precoce”, reforça Dra. Érica Tardelli, presidente da ABP. Serviço – Programação ABP (São Paulo) 10/04 – 14h - Solenidade na Câmara Municipal de São Paulo 11/04 – 12h - Eventos artísticos e palestras na AABB São Paulo 15/04 – 14h30 - Solenidade na Assembleia Legislativa de São Paulo 18/04 – 9h - Torneio de tênis de mesa na Universidade de São Paulo Vera Moreira/ Assessora de Imprensa da ABP (11) 3253-0729 e 99989-6217 | veramoreira@veramoreira.com.br
- Reforma Tributária, incentivos fiscais e a nova lógica da cadeia de fornecedores
*Silvania Tognetti A Reforma Tributária não afeta apenas quem paga o imposto. Ela reorganiza toda a lógica de funcionamento da cadeia produtiva. Ignorar esse efeito indireto é assumir um risco que muitas empresas só perceberão quando já for tarde demais. Por que a previsibilidade jurídica vale mais do que incentivo fiscal? Incentivos fiscais costumam ser tratados como principal fator de atração de investimentos. Na prática, eles têm alcance limitado quando não estão inseridos em um ambiente de regras claras, estáveis e previsíveis. Decisões de investimento, especialmente aquelas de médio e longo prazo, não se baseiam apenas em benefícios pontuais. Investidores avaliam a consistência do sistema, a segurança na interpretação das normas, a estabilidade regulatória e a capacidade de planejar sem o risco constante de mudanças abruptas ou disputas interpretativas. Em ambientes de elevada incerteza jurídica, o incentivo fiscal perde valor. Ele passa a ser precificado como risco. Projetos são adiados, estruturas se tornam mais complexas e o custo de conformidade aumenta. No limite, o investimento deixa de ocorrer, ainda que o benefício fiscal exista no papel. Essa lógica é ainda mais evidente quando se observa o ambiente internacional. Jurisdições que oferecem menor carga tributária, mas regras instáveis costumam ser menos atrativas do que aquelas com tributação mais elevada, porém previsível. O custo da insegurança raramente aparece na alíquota. Ele surge nos contratos, no financiamento, no seguro, na litigiosidade e na retração do capital. Por isso, a promessa mais relevante da Reforma Tributária é a de construção de um ambiente mais previsível para decisões econômicas. Sem segurança jurídica, incentivos fiscais são frágeis. Com previsibilidade, mesmo sistemas mais onerosos se tornam viáveis. É preciso ficar muito atento porque grande parte das análises sobre a Reforma Tributária se concentra no impacto direto sobre a empresa. Mas um dos riscos mais relevantes, e frequentemente subestimado, está fora dos muros da organização, na sua cadeia de fornecedores. Nos últimos meses, algumas empresas começaram a fazer algo curioso: pedir para seus clientes confirmarem endereço, CEP e domicílio principal. À primeira vista, parece apenas atualização cadastral. Não é. Com a mudança para a tributação no destino, o local do consumo passa a definir para onde o imposto será direcionado. Isso significa que um dado que antes era apenas operacional agora tem impacto fiscal direto. Na prática, isso muda o peso de um simples cadastro. Um endereço incorreto deixa de ser um problema administrativo. Pode significar recolhimento errado de imposto, divergência entre estados e risco de autuação. E esse é um ponto importante: os reflexos da Reforma Tributária começam a aparecer em lugares onde, normalmente, ninguém olha. Não começa na alíquota. Nem na lei complementar. Começa em algo muito mais básico: na qualidade da informação que a empresa tem sobre seus próprios clientes. No novo sistema, saber onde está o cliente deixou de ser apenas uma questão comercial. Passou a ser uma questão tributária. *Silvania Tognetti é advogada especialista, professora do INSPER em Direito Tributário e sócia do Tognetti Advocacia
- Oftalmologista alerta para riscos aos olhos com maquiagem, skincare, cílios e produtos capilares
O uso diário de maquiagem, produtos de skincare, cílios postiços e finalizadores capilares exige atenção redobrada para evitar danos à saúde ocular. A oftalmologista Dra. Regina Cele Silveira Seixas alerta que substâncias presentes nesses itens — como colas, conservantes, fragrâncias e agentes fixadores — podem desencadear desde irritações leves até quadros mais graves, como alergias, inflamações e até lesões na córnea. Segundo a especialista, a região dos olhos é extremamente sensível, e qualquer contato inadequado pode provocar reações importantes. “A pele das pálpebras e a superfície ocular têm alta permeabilidade. Produtos mal aplicados ou inadequados podem causar dermatites, conjuntivites alérgicas e até queimaduras químicas”, explica Regina Cele. O alerta ganha ainda mais relevância diante de casos recentes envolvendo cosméticos capilares. A atriz Cacau Protásio relatou perda temporária da visão e dor intensa após uma reação alérgica provocada por pomada de cabelo. O episódio evidencia os riscos do contato desses produtos com a região ocular e reforça a necessidade de atenção ao uso e à procedência dos cosméticos. Para a oftalmologista, o caso ilustra um problema recorrente. “Produtos capilares podem escorrer com o suor, água ou até durante o sono. Quando entram em contato com os olhos, alteram o pH da lágrima e provocam uma reação inflamatória imediata”, afirma. Ela reforça que, em situações como essa, a orientação é lavar os olhos com água em abundância e procurar atendimento médico rapidamente. Outro ponto de atenção são os cílios — tanto os postiços quanto as extensões. Segundo Regina Cele, o uso inadequado pode trazer riscos significativos. “As colas utilizadas em cílios postiços podem conter substâncias altamente alergênicas. Além disso, a aplicação incorreta pode causar tração dos fios naturais, inflamação na pálpebra e até queda dos cílios”, explica. A médica também alerta para casos de infecção associados à falta de higiene. “Extensões de cílios exigem manutenção rigorosa. O acúmulo de resíduos pode favorecer a proliferação de bactérias e ácaros, levando a quadros como blefarite e conjuntivite”, destaca. Além dos riscos químicos e mecânicos, a especialista chama atenção para um fator pouco discutido: o impacto da presbiopia — dificuldade natural de enxergar de perto — na rotina de beleza. “A mulher gosta de maquiagem, mas chega um momento em que se maquiar passa a ser um desafio, porque ela não enxerga bem de perto. Isso aumenta o risco de erros na aplicação, como lápis dentro da linha d’água ou contato direto com a córnea”, afirma. De acordo com Regina Cele, esse cenário pode levar a microtraumas oculares e infecções. “A presbiopia não afeta apenas a visão, mas também a precisão dos movimentos. Um simples delineado ou a colocação de cílios pode se tornar um risco se feito sem os recursos adequados, como espelhos de aumento e boa iluminação”, complementa. No campo do skincare, a médica chama atenção para o uso inadequado de cremes e ácidos próximos aos olhos. “Produtos anti-idade e clareadores frequentemente contêm substâncias irritantes. Quando aplicados muito próximos da margem palpebral, podem atingir o filme lacrimal e causar ardência, lacrimejamento e inflamação crônica”, afirma. Vera Moreira Comunicação - Assessoria de Imprensa da Dra. Regina Cele (11) 99989-6217 (WhatsApp) - 3253-0729 | veramoreira@veramoreira.com.br
- Envelhecimento exige atenção redobrada com a visão
especialista alerta para catarata, glaucoma e doenças silenciosas que podem levar à cegueira Com o avanço da idade, a saúde dos olhos passa a exigir cuidados específicos e acompanhamento regular. Doenças como catarata, glaucoma e alterações vasculares estão entre as principais causas de perda de visão na população acima dos 50 anos e muitas delas silenciosas e progressivas. A oftalmologista Dra. Regina Cele Silveira Seixas, referência em glaucoma e catarata, reforça que prevenção e diagnóstico precoce são determinantes para preservar a qualidade de vida na terceira idade. A catarata, por exemplo, é uma das condições mais comuns nesse público. Caracterizada pela opacificação do cristalino, nossa a lente natural do olho, a doença provoca visão embaçada, dificuldade para enxergar cores e sensibilidade à luz. “O paciente sente como se estivesse olhando através de um vidro embaçado. O envelhecimento é a principal causa, mas fatores como diabetes, uso de medicamentos e traumas também podem contribuir”, explica a especialista. Segundo Regina Cele, o tratamento é cirúrgico e altamente eficaz. “O método mais utilizado é a facoemulsificação, em que o cristalino opaco é fragmentado por ultrassom e substituído por uma lente intraocular. Hoje, a tecnologia permite corrigir outros problemas de visão na mesma cirurgia, reduzindo até a dependência de óculos”, destaca. Outro grande ponto de atenção na saúde ocular da terceira idade é o glaucoma, uma doença silenciosa que pode levar à cegueira irreversível. De acordo com a especialista, o problema está relacionado, na maioria dos casos, ao aumento da pressão intraocular, que danifica o nervo óptico ao longo do tempo. “Quando o glaucoma afeta o nervo óptico, causa perda gradual e irreversível da visão, sem apresentar sintomas nos estágios iniciais. Uma pessoa pode passar meses ou até anos sem perceber”, alerta. A ausência de sintomas torna o diagnóstico precoce ainda mais importante. “As consultas regulares ao oftalmologista são fundamentais, especialmente após os 40 anos ou para quem tem histórico familiar. No glaucoma, informação e prevenção são decisivas para preservar a visão”, reforça Regina Cele. Além dessas doenças, condições vasculares também merecem atenção, como a Neuropatia Óptica Isquêmica Anterior (NOIA), que pode causar perda súbita e irreversível da visão. “É uma condição grave, causada pela redução do fluxo sanguíneo e do oxigênio no nervo óptico. Muitas vezes é indolor, o que a torna ainda mais perigosa”, explica a médica. A especialista destaca que fatores como hipertensão, diabetes, colesterol elevado, tabagismo e apneia do sono aumentam o risco dessas doenças. “Quem não cuida da saúde como um todo é o mais prejudicado. Os olhos refletem diretamente o estado geral do organismo”, conclui. Vera Moreira/ Assessora de Imprensa (11) 3253-0729 e 99989-6217 – vera@veramoreira.com.br
- Saúde ocular da mulher exige atenção por alterações hormonais
A oftalmologista Dra. Regina Cele, especialista em catarata e glaucoma, alerta que diversas doenças oculares têm maior incidência ou impacto nas mulheres, seja por fatores hormonais, maior predisposição a doenças autoimunes ou pela própria longevidade. Entre as condições mais frequentes está a síndrome do olho seco, especialmente associada a alterações hormonais na perimenopausa, pós-menopausa e ao uso de anticoncepcionais. O estrogênio e a progesterona influenciam diretamente a produção lacrimal, a superfície ocular e até a pressão intraocular. “Muitas mulheres relatam ardência, sensação de areia nos olhos e visão flutuante — sintomas que não devem ser ignorados”, explica Dra. Regina Cele. As doenças autoimunes também merecem atenção especial. Mulheres apresentam maior predisposição a condições como Síndrome de Sjögren, Lúpus Eritematoso Sistêmico, Artrite Reumatoide e Doença de Behçet, que podem causar inflamações oculares importantes, como esclerites e uveítes. “O sistema imunológico hiperativo é mais comum no sexo feminino e pode comprometer seriamente a saúde ocular se não houver diagnóstico precoce”, alerta. Outra condição frequente em mulheres é a oftalmopatia de Graves, associada a distúrbios da tireoide. A doença pode provocar olhos saltados (proptose), visão dupla, inflamação orbitária e ressecamento intenso. Além disso, a enxaqueca com aura visual, bastante prevalente em mulheres em idade fértil, pode causar alterações visuais transitórias e até perda temporária da visão. Com o avanço da idade, cresce também o risco de doenças como a degeneração macular relacionada à idade (DMRI), cuja prevalência é maior entre mulheres devido à maior expectativa de vida. No caso do glaucoma, embora a incidência seja semelhante entre os sexos, as mulheres representam um percentual mais elevado de cegueira, possivelmente também em razão da longevidade. Durante a gestação, alterações hormonais podem provocar mudanças refrativas temporárias e, em alguns casos, progressão do ceratocone (visão embaçada, astigmatismo irregular, sensibilidade à luz e diplopia). “Menstruação, gravidez e menopausa são fases que impactam diretamente a resposta inflamatória ocular, a produção lacrimal e a pressão intraocular”, explica a especialista. Cuidar da saúde dos olhos é parte essencial do autocuidado feminino. A oftalmologista reforça que a prevenção e o acompanhamento regular com o especialista são fundamentais para preservar a visão ao longo da vida. Vera Moreira/ Assessora de Imprensa da Dra. Regina Cele (11) 3253-0729 e 99989-6217 (WhatsApp) – veramoreira@veramoreira.com.br
- Aumento do diabetes acende alerta na saúde ocular — e Páscoa exige atenção redobrada
O crescimento do número de pessoas com diabetes no Brasil e no mundo tem preocupado especialistas, não apenas pelos impactos sistêmicos da doença, mas também pelos riscos diretos à visão. Com a chegada da Páscoa, período marcado pelo aumento do consumo de doces, o alerta se intensifica. O diabetes mal controlado é uma das principais causas de cegueira evitável, podendo afetar diversas estruturas oculares. Entre as complicações mais frequentes estão a retinopatia diabética, o edema macular, o desenvolvimento mais precoce de catarata e o agravamento do glaucoma. Segundo a oftalmologista Dra. Regina Cele, o grande desafio é que muitas dessas alterações são silenciosas no início. “O paciente pode estar com a glicemia descompensada e não perceber nenhuma alteração visual imediata. Quando os sintomas aparecem, o comprometimento ocular já pode estar avançado”, explica. Durante a Páscoa, o consumo excessivo de açúcar pode levar a picos glicêmicos, especialmente em pessoas com diabetes ou pré-diabetes. “Não se trata de proibir, mas de ter equilíbrio. Pequenos excessos, quando somados, podem impactar diretamente o controle da glicemia e, consequentemente, a saúde dos olhos”, alerta a especialista. Além disso, oscilações glicêmicas podem causar visão embaçada temporária, o que muitas vezes é subestimado pelo paciente, mas já indica descontrole metabólico. A orientação é clara: manter o acompanhamento médico, controlar a alimentação e não negligenciar a saúde ocular. “O cuidado com os olhos começa pelo controle do diabetes. Consultas regulares com o oftalmologista são fundamentais para diagnóstico precoce e prevenção de complicações mais graves”, reforça Dra. Regina Cele. Vera Moreira/ Assessora de Imprensa da Dra. Regina Cele (11) 3253-0729 e 99989-6217 (WhatsApp) – veramoreira@veramoreira.com.br
- Doença de Parkinson também afeta a visão e exige atenção oftalmológica
A Doença de Parkinson também impacta significativamente a saúde ocular, podendo comprometer a qualidade de vida e aumentar o risco de acidentes, como quedas, devido às alterações visuais. De acordo com a Parkinson’s Foundation , pessoas com Parkinson podem apresentar visão dupla, olho seco, visão embaçada, dificuldade de leitura e até problemas para abrir os olhos voluntariamente. Essas alterações estão relacionadas tanto à própria doença — que afeta o controle muscular e neurológico — quanto aos efeitos colaterais dos medicamentos utilizados no tratamento. Além disso, os distúrbios visuais podem comprometer a percepção de profundidade e o equilíbrio, aumentando o risco de quedas, um dos principais fatores de complicações nesses pacientes. A oftalmologista Dra. Regina Cele destaca que muitos pacientes não associam as alterações visuais à doença neurológica, o que pode atrasar o diagnóstico e o cuidado adequado. “Os sintomas visuais no Parkinson são frequentemente subestimados, mas têm impacto direto na autonomia do paciente. A dificuldade para ler, focar ou manter os olhos lubrificados pode comprometer atividades simples do dia a dia”, explica. Segundo a especialista, a redução do piscar, muito comum na doença, pode favorecer o ressecamento ocular e a visão turva. “O olho seco é uma das queixas mais frequentes e pode parecer algo simples, mas interfere bastante na qualidade visual e no conforto do paciente”, afirma. Outro ponto de atenção é a relação entre visão e mobilidade. Alterações visuais, como dificuldade de foco e percepção de distância, podem agravar problemas de equilíbrio. “Quando o cérebro não recebe uma imagem nítida ou bem interpretada, o risco de quedas aumenta significativamente. Por isso, a avaliação oftalmológica deve fazer parte do acompanhamento desses pacientes”, reforça Dra. Regina Cele. Entre as principais recomendações estão consultas regulares com oftalmologista, uso de lubrificantes oculares quando indicados e adaptação de hábitos no dia a dia. “Medidas simples, como pausas no uso de telas, uso de lágrimas artificiais e correção adequada dos óculos, podem melhorar muito a qualidade de vida”, orienta a médica. “Cuidar da visão é parte essencial do tratamento. Quanto mais cedo essas alterações forem identificadas, maiores são as chances de preservar a autonomia e a segurança do paciente”, conclui Dra. Regina Cele. Vera Moreira Comunicação – Assessoria de Imprensa da Dra. Regina Cele (11) 3253-0729 | 99989-6217 (WhatsApp) – vera@veramoreira.com.br
- Alterações visuais no autismo impactam aprendizagem e qualidade de vida e exigem atenção precoce
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) vai além das dificuldades de comunicação e comportamento: ele também pode afetar significativamente a visão e o processamento visual. Especialistas alertam que alterações oculares e sensoriais são comuns em pessoas autistas e podem interferir diretamente no desenvolvimento, na aprendizagem e na interação social, tornando o tema uma questão crescente de saúde pública. Estudos indicam que indivíduos com TEA apresentam maior incidência de problemas oftalmológicos, como estrabismo, erros de refração (miopia, hipermetropia e astigmatismo) e ambliopia, além de alterações no processamento cerebral das imagens. Além das condições clínicas, há também diferenças na forma como o cérebro interpreta estímulos visuais. Pessoas com autismo podem apresentar dificuldade na percepção de detalhes, reconhecimento de padrões e interpretação de expressões faciais, o que impacta diretamente a comunicação e o aprendizado. Entre os sinais mais comuns estão a hipersensibilidade à luz, desconforto em ambientes muito iluminados e dificuldade em lidar com excesso de estímulos visuais. Em muitos casos, a criança ou adulto autista pode evitar contato visual, utilizar a visão periférica ou focar intensamente em luzes, padrões e movimentos repetitivos. Outro ponto importante é o comportamento ocular. Em pacientes com TEA, especialmente aqueles com maior necessidade de suporte, podem ocorrer maneirismos como esfregar ou pressionar os olhos com frequência, o que aumenta o risco de microtraumas oculares. Esse hábito repetitivo também pode estar associado ao desenvolvimento ou progressão do ceratocone, uma doença que afina e deforma a córnea, comprometendo a qualidade da visão. Impacto direto na educação e no desenvolvimento Problemas visuais não diagnosticados podem agravar desafios já presentes no TEA. A dificuldade em enxergar com clareza ou interpretar imagens pode comprometer o desempenho escolar, a atenção e a socialização. “Com o aumento do diagnóstico de autismo em todo o mundo, especialistas defendem que a avaliação oftalmológica deve fazer parte do acompanhamento multidisciplinar desde os primeiros anos de vida. A identificação precoce de alterações visuais pode reduzir impactos no desenvolvimento e melhorar significativamente a qualidade de vida, além de evitar agravamentos que demandem intervenções mais complexas no futuro”, explica a oftalmologista Regina Cele. Vera Moreira/ Assessora de Imprensa da Dra. Regina Cele (11) 3253-0729 e 99989-6217 - veramoreira@veramoreira.com.br
- Posição do pescoço durante o sono pode aumentar a pressão ocular e comprometer o nervo óptico
Um hábito comum na hora de dormir pode representar um risco silencioso para quem tem glaucoma. Estudo recente publicado na British Journal of Ophthalmology indica que dormir com a cabeça elevada por travesseiros altos pode aumentar a pressão intraocular e prejudicar a circulação sanguínea nos olhos. A pesquisa, conduzida pelo cientista Tong Liu, analisou 144 pacientes com glaucoma e comparou duas posições de sono: deitado de forma plana (supino) e com a cabeça elevada entre 20° e 35°, simulando o uso de dois travesseiros. “Os resultados chamam atenção: cerca de dois terços dos participantes apresentaram aumento da pressão intraocular na posição com travesseiros altos. Em média, a elevação foi de aproximadamente 1,6 mmHg, além de maior oscilação da pressão ao longo do dia e redução da perfusão do nervo óptico — fator essencial para evitar a progressão da doença”, explica a oftalmologista Regina Cele, uma das maiores especialista em glaucoma no Brasil. Compressão no pescoço pode explicar o problema. De acordo com o estudo, o principal mecanismo está relacionado à postura cervical. A elevação excessiva da cabeça pode provocar uma leve flexão do pescoço, comprimindo a veia jugular — responsável pelo retorno do sangue da cabeça ao coração. “É importante dar essa orientação porque tem aquele paciente que está pingando o colírio, está fazendo tudo direitinho, e às vezes ele está progredindo o glaucoma e a gente não sabe o porquê. Então, essas alterações clínicas, como a apneia, postura para dormir, postura para fazer exercício, nem sempre as pessoas associam à questão do glaucoma. É importante orientar também em relação a isso, porque incentiva o paciente a prestar atenção na saúde como um todo”, enfatiza Dra. Regina Cele. Esse processo pode comprometer a drenagem venosa, reduzir a oxigenação do nervo óptico e favorecer o aumento da pressão intraocular, agravando o quadro do glaucoma. A oftalmologista Dra. Regina Cele destaca que o estudo reforça a importância de hábitos cotidianos no controle da doença: “Pequenos ajustes na rotina podem fazer diferença no controle do glaucoma. Dormir com travesseiros muito altos pode comprometer a circulação na região da cabeça e impactar diretamente a pressão intraocular.”. A especialista ressalta que o mais importante é manter o alinhamento adequado do pescoço durante o sono: “Mais do que elevar a cabeça, é fundamental evitar a flexão excessiva da cervical. Um travesseiro que mantenha a postura neutra já contribui para reduzir riscos. Por isso, evitar o uso de múltiplos travesseiros altos, manter o pescoço alinhado com a coluna durante o sono e seguir corretamente o tratamento prescrito vão ajudar muito o paciente”, conclui Dra. Regina Cele. O glaucoma é uma das principais causas de cegueira irreversível no mundo e costuma evoluir de forma silenciosa. No Brasil, muitos pacientes só descobrem a doença em estágios avançados, o que reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento contínuo. Além do tratamento com colírios e, em alguns casos, cirurgia, especialistas destacam que fatores comportamentais — como a posição ao dormir — também podem influenciar a progressão da doença. Vera Moreira Comunicação - Assessoria de Imprensa da Dra. Regina Cele (11) 3253-0729 - 99989-6217 (WhatsApp) - vera@veramoreira.com.br











