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- AELO comemora 45 anos no setor de loteamentos e destaca nova fase da Campanha Lote Legal
Fundada em fevereiro de 1981, em São Paulo, a Associação das Empresas de Loteamento e Desenvolvimento Urbano (AELO) completa 45 anos hoje - 24 de fevereiro. Nessa trajetória, a AELO conta com mais de 1.000 empresas associadas, que a tornaram uma entidade de âmbito nacional, presente em 21 estados brasileiros. Caio Portugal, atual presidente da AELO – cargo que ocupa desde março de 2011 – comemora as conquistas da entidade: “Foram muitas conquistas importantes. Nos últimos 15 anos, passamos de entidade regional de São Paulo à condição de entidade de âmbito nacional. A AELO é um time unido, dedicando-se totalmente às causas das empresas de loteamento e desenvolvimento urbano”, conclui. Uma das ações desse início de 2026 é a nova fase da Campanha Lote Legal. “A campanha consolidou-se como uma das principais iniciativas de orientação ao consumidor no setor de parcelamento do solo, reforçando a importância da regularidade jurídica, ambiental e urbanística na aquisição de lotes. A ação tem alertado a população sobre os riscos de empreendimentos irregulares e destacado os critérios que garantem segurança na compra. A proposta é fortalecer a confiança no mercado formal e valorizar as empresas comprometidas com boas práticas e responsabilidade social. Nesta nova fase, a campanha amplia sua presença nas redes sociais com conteúdos didáticos, em linguagem acessível, aproximando ainda mais a entidade do público final”, explica Caio Portugal. Associação das Empresas de Loteamento e Desenvolvimento Urbano AELO – www.aelo.com.br
- Nova interpretação sobre a emissão de debêntures para as empresas
*Geovanna Fagundes Durante décadas, consolidou-se no regime societário brasileiro a compreensão de que a emissão de debêntures seria prerrogativa típica, senão exclusiva, das sociedades por ações. No entanto, recentemente, a Nota Técnica SEI nº 135/2026/MEMP do Departamento Nacional de Registro Empresarial e Integração (DREI), publicada em 06 de fevereiro, promoveu relevante alteração ao reconhecer a possibilidade de sociedades empresárias limitadas emitirem debêntures, desde que observados os parâmetros legais aplicáveis. O entendimento produz impacto significativo no ambiente empresarial brasileiro. As sociedades limitadas representam a maioria das empresas nacionais, inclusive organizações de médio e grande porte com governança sofisticada e relevante necessidade de capital. Ocorre que, até então, muitas dessas empresas se viam compelidas a migrar para o regime de sociedade anônima exclusivamente para viabilizar emissões de debêntures, arcando com custos de transformação, reorganização societária e adaptação regulatória. Com o reconhecimento formal da possibilidade de emissão por limitadas, ampliam-se as alternativas de financiamento sem que seja necessária alteração do tipo societário. A forma jurídica passa a cumprir função instrumental, servindo à estratégia empresarial em vez de condicioná-la. Na prática, prevaleceu por anos a postura conservadora das Juntas Comerciais, que frequentemente resistiam ao arquivamento de atos relacionados à emissão de debêntures por limitadas. Esse cenário produzia insegurança jurídica e, em muitos casos, impunha às empresas a necessidade de transformação societária para o tipo anônimo como condição para acessar instrumentos de dívida estruturada. A transformação, além de custosa, implicava alteração relevante na dinâmica interna da sociedade, com maior formalismo deliberativo, exigências informacionais ampliadas e sujeição mais intensa à regulação do mercado de capitais. A Nota Técnica do DREI rompe com essa lógica restritiva ao afirmar que inexiste proibição legal à emissão de debêntures por sociedades limitadas. O fundamento central é juridicamente consistente: restrições ao exercício da atividade econômica e à liberdade de organização empresarial exigem previsão legal expressa. Sendo assim, não se pode presumir vedação onde o legislador optou pelo silêncio. Ao contrário, em um sistema orientado pela livre iniciativa, a regra é a liberdade, e a exceção deve estar claramente positivada. Sob a perspectiva dogmática, a Nota Técnica reafirma a centralidade da autonomia privada no direito societário brasileiro. A sociedade limitada é modelo contratual flexível, no qual se pode estipular regras específicas de governança, quóruns qualificados, mecanismos de solução de conflitos, cláusulas de restrição à cessão de quotas e estruturas diferenciadas de direitos econômicos e políticos. Nada impede, portanto, que o contrato social preveja expressamente a possibilidade de emissão de debêntures, disciplinando competência deliberativa, limites de endividamento, garantias e procedimentos de acompanhamento. Do ponto de vista institucional, a manifestação contribui para uniformizar o entendimento no âmbito das Juntas Comerciais, reduzindo assimetrias interpretativas e fortalecendo a segurança jurídica. A previsibilidade registral é elemento essencial para o ambiente de negócios, especialmente em operações estruturadas que envolvem múltiplos agentes, garantias complexas e cronogramas rígidos. Ao afastar interpretações restritivas desprovidas de base legal, o órgão reforça compromisso com a racionalidade normativa e com o desenvolvimento econômico. Se adequadamente implementada, a orientação poderá ampliar o acesso ao capital, fomentar inovação financeira e dinamizar o mercado corporativo de títulos no Brasil. O desafio reside em assegurar que a flexibilidade venha acompanhada de técnica jurídica apurada, governança consistente e mecanismos eficazes de transparência e proteção aos investidores. Nesse equilíbrio entre liberdade e responsabilidade consolida-se um ambiente empresarial mais competitivo, previsível e alinhado às exigências da economia contemporânea. *Geovanna Fagundes é advogada do Tognetti Advocacia.
- Líderes da indústria de FFLV do Vale do São Francisco se encontrarão em evento promovido pela IFPA
A International Fresh Produce Association ( IFPA ) reunirá autoridades e líderes do setor de frutas, flores, legumes e verduras (FFLV) do Vale do São Francisco para um Café da Manhã, dia 26 de fevereiro, em Petrolina, com produtores, exportadores, distribuidores e varejistas. O evento, que vai ter os maiores produtores e exportadores da região, terá a presença de Jorge Souza, consultor da ABRAFRUTAS ; e como destaque a palestra “ O que Harvard ensina sobre Estratégia de Vendas ”, ministrada por Juliano Martins, especialista em gestão e marketing estratégico, com sólida formação em escolas de negócios internacionais, que vai compartilhar aprendizados práticos sobre como aplicar metodologias de Harvard na criação de estratégias comerciais mais inteligentes, voltadas à realidade do agronegócio e do varejo brasileiro. >> O evento será excelente para entrevistas sobre perspectivas de 2026 na produção de frutas, exportação para novos mercados e visão dos maiores produtores da economia para esse ano, de eleições, Copa do Mundo e muitas oportunidades de conexão com varejo. Imprensa – fazer credenciamento com a assessora Vera Moreira: vera@veramoreira.com.br Serviço Café da Manhã IFPA – Vale do São Francisco Data: 26 de fevereiro Horário: das 8h30 às 11h30 Local: Casa Rioll - Recepções e Eventos Endereço: Rua Projetada, 01 | Petrolina - PE Café da Manhã - IFPA Brasil
- Reflexões do primeiro mês dos impactos da Reforma Tributária nas empresas
A Reforma Tributária brasileira, embora já consolidada em seus pilares centrais, está em um estágio de transição e detalhamento que continuará a moldar o ambiente de negócios nos próximos anos. Para a advogada Silvania Tognetti , esse primeiro mês de 2026 mostrou que o desafio atual não é apenas discutir a eficiência do novo sistema, mas entender como cada setor será impactado na prática, especialmente o setor de serviços, que tende a ser um dos mais afetados pela mudança estrutural proposta. Como destaca a Dra. Silvania Tognetti, “as empresas seguem ajustando seus sistemas para emitir adequadamente suas notas fiscais, olhando como seus fornecedores se adequam aos novos tributos e, principalmente, percebendo que a transição não será fácil.” Segundo ela, mesmo com a aprovação dos textos principais da Reforma — que unificam tributos sobre consumo como ICMS, ISS, PIS e Cofins nos novos IBS e CBS — há lacunas relevantes que ainda precisam ser trabalhadas em regulamentação e, sobretudo, na análise das consequências para diferentes perfis de negócios. “Essa observação está alinhada com um ambiente de incerteza regulatória em que as empresas precisam revisar as consequências tributárias de suas operações com cuidado para identificar impactos setoriais específicos”, destaca a advogada tributária e professora do Insper, Silvania Tognetti. Em eventos corporativos com lideranças empresariais Dra. Silvania Tognetti alertou para a possibilidade de aumento da carga tributária “disfarçado” dentro da nova sistemática, quando considerado um setor em especial ou uma empresa específica. A junção de bens e serviços na base de cálculo dos novos tributos, por exemplo, pode penalizar setores que historicamente já operam com margens estreitas e menor capacidade de transferir custos ao consumidor. “Há anos tenho falado que a Reforma Tributária é uma reforma de negócios, que mexe com toda a cadeia dos clientes – do fornecedor ao consumidor”. Para ela, a Reforma Tributária não é apenas uma agenda técnica de simplificação: é uma transformação estrutural do ambiente de negócios, que redefinirá previsibilidade fiscal, competitividade setorial e forma de competição no mercado brasileiro. Essa transformação, na visão de Tognetti, exige que as empresas dialoguem ativamente com seus tributaristas, revisem seus modelos operacionais e antecipem cenários tributários possíveis, antes mesmo da fase final de regulamentação e de implementação efetiva das novas regras. A reflexão de Silvania Tognetti destaca, nesse início de 2026, que a Reforma Tributária está em curso, mas os detalhes práticos ainda são decisivos para os impactos finais nos negócios. Há motivo de cautela, sobretudo no setor de serviços, que pode enfrentar maiores desafios em comparação à indústria. A efetiva transição para o novo modelo tributário já exige das empresas uma reavaliação estratégica de suas operações e planejamento tributário adequado às novas regras. Silvania Tognetti - sócia do Tognetti Advocacia Tognetti Advocacia - www.tognetti.com.br Vera Moreira Comunicação - Assessoria de Imprensa (11) 99989-6217 (WhatsApp) | 3253-0729 - vera@veramoreira.com.br
- Carnaval em alerta: bebidas alcoólicas adulteradas podem causar cegueira e danos irreversíveis à visão
O consumo de bebidas alcoólicas adulteradas durante o Carnaval representa um risco grave não apenas para a saúde geral, mas também para a visão. Em ambientes como blocos de rua, onde a oferta de bebidas é intensa e nem sempre há controle sobre a procedência, cresce a preocupação com casos de intoxicação por substâncias tóxicas e especialmente o metanol, um tipo de álcool industrial altamente perigoso. Segundo a oftalmologista Regina Cele da Silveira Seixas, a ingestão de metanol pode causar danos severos e irreversíveis aos olhos. “A exposição a essa substância pode provocar desde visão turva e dor ocular até perda visual permanente e cegueira”, alerta. Um dos maiores problemas é que, em muitos casos, os sintomas não surgem de forma imediata, o que dificulta o diagnóstico precoce e aumenta o risco de sequelas graves. A médica explica que o metanol é metabolizado pelo organismo em compostos extremamente tóxicos para o nervo óptico, estrutura essencial para a visão. “É uma preocupação real, especialmente durante o Carnaval, quando muitas pessoas consomem bebidas alcoólicas em grande quantidade, muitas vezes sem conhecer a origem do produto. Em blocos de rua, é comum o consumo de bebidas de procedência desconhecida”, ressalta. Além dos riscos já conhecidos relacionados ao uso de maquiagem, sprays, espumas e glitter nos olhos, a oftalmologista reforça que o alerta sobre bebidas adulteradas deve fazer parte das orientações de saúde neste período festivo. “Não se trata apenas de produtos que entram em contato direto com os olhos. A ingestão de metanol pode ter um impacto devastador sobre a visão”, destaca Dra. Regina Cele. A recomendação é clara: consumir bebidas alcoólicas apenas de locais confiáveis, evitar produtos sem rótulo ou vendidos de forma improvisada e, diante de sintomas como náuseas, tontura, dor de cabeça intensa ou alterações visuais, procurar atendimento médico imediato. “A prevenção é a melhor forma de evitar tragédias que podem deixar sequelas para toda a vida”, conclui Regina Cele da Silveira Seixas. Sobre Regina Cele CRM SP 84485/ RQE 47663 - Médica Especializada em Glaucoma e Catarata. Mestre em Oftalmologia pela Universidade Federal de São Paulo, Membro da Sigma Xi – The Scientific Research Honor Society. Sócia e Diretora da HCLOE Oftalmologia Especializada - www.drareginacele.com.br
- Brilho no Carnaval pode virar risco à visão: oftalmologista alerta para cuidados com os olhos durante a folia
O Carnaval é tempo de alegria, fantasia e muito brilho. Mas o uso de maquiagem com glitter, sprays de espuma, confetes e adereços próximos aos olhos pode representar riscos sérios à saúde ocular, alerta a oftalmologista Dra. Regina Cele da Silveira Seixas. Irritação, alergias, conjuntivite e até lesões na córnea estão entre os problemas mais comuns atendidos nos consultórios e prontos-socorros oftalmológicos após o período de festas. Segundo a especialista, partículas de glitter e maquiagem — especialmente aquelas que não são desenvolvidas para uso cosmético — podem facilmente entrar em contato com a superfície do olho. “A córnea é extremamente sensível. Um pequeno fragmento de glitter pode causar sensação de areia, dor, vermelhidão e microlesões, que aumentam o risco de infecção se não forem tratadas corretamente”, explica Dra. Regina Cele. Outro ponto de atenção são os sprays de espuma e sprays coloridos, bastante populares nos blocos de rua. Ao atingirem os olhos, essas substâncias podem provocar irritação química imediata, ardência intensa, lacrimejamento e inflamação ocular. “O ideal é evitar completamente o contato do spray com o rosto. Caso isso aconteça, a recomendação é lavar o olho imediatamente com água corrente ou soro fisiológico e, se os sintomas persistirem, procurar um oftalmologista”, orienta. Mesmo itens considerados inofensivos, como confetes, brilhos biodegradáveis e adereços decorativos, podem causar acidentes. Em ambientes lotados, empurrões e movimentos bruscos aumentam o risco de impacto direto nos olhos, especialmente quando há uso de acessórios rígidos, pontiagudos ou colados próximos à região ocular. Cuidados simples evitam problemas sérios A oftalmologista reforça que é possível curtir o Carnaval com segurança adotando medidas básicas: Utilizar apenas maquiagens oftalmologicamente testadas e próprias para a região dos olhos; Evitar glitter solto, purpurina artesanal ou produtos improvisados; Nunca aplicar maquiagem na parte interna das pálpebras ou diretamente dentro do olho; Remover a maquiagem com cuidado, sem esfregar os olhos; Em caso de dor, vermelhidão persistente, visão embaçada ou sensibilidade à luz, buscar avaliação médica. “Carnaval é sinônimo de alegria, não de emergência médica. Com escolhas conscientes e atenção aos sinais do corpo, é possível aproveitar a festa sem comprometer a saúde dos olhos”, destaca Dra. Regina Cele da Silveira Seixas. Sobre Regina Cele CRM SP 84485/ RQE 47663 - Médica Especializada em Glaucoma e Catarata. Mestre em Oftalmologia pela Universidade Federal de São Paulo, Membro da Sigma Xi – The Scientific Research Honor Society. Sócia e Diretora da HCLOE Oftalmologia Especializada - www.drareginacele.com.br
- AELO comemora pacote bilionário para habitação e desenvolvimento urbano lançado pelo Governo de SP
No dia 4 de fevereiro, o Governo do Estado de São Paulo anunciou um pacote de cerca de R$ 6,4 bilhões voltado à habitação popular e ao desenvolvimento urbano, considerado o maior investimento do setor já realizado no estado. A iniciativa integra o programa Casa Paulista e prevê a construção de aproximadamente 37 mil novas moradias, além de ações estruturantes para qualificar o ambiente urbano em diferentes regiões paulistas. Caio Portugal, presidente da AELO (Associação das Empresas de Loteamento e Desenvolvimento Urbano), comenta como o setor recebe a medida e o alto investimento em habitação: “Nosso setor atua como uma extensão da "política de Estado", planejando e entregando áreas urbanas estruturadas, incluindo ruas e infraestrutura. Cerca de 80% do tecido urbano, especialmente em São Paulo, é gerado por loteadores privados, tornando a atividade essencial para a criação de novos bairros. O loteamento regularizado auxilia prefeituras no planejamento urbano, evitando a expansão desordenada”. Ele informa que o setor é um grande gerador de riquezas e empregos, com investimentos de R$ 23 bilhões em infraestrutura em 2025. Além da produção habitacional, o programa inclui investimentos em urbanismo, infraestrutura e requalificação de áreas urbanas, com destaque para projetos do Bairro Paulista – Cidades Sustentáveis, que abrangem melhorias em mobilidade, áreas verdes, espaços públicos e drenagem urbana. Outro eixo estratégico é o projeto de Novas Centralidades, que prevê moradias integradas a regiões com maior oferta de transporte e serviços, contribuindo para um crescimento urbano mais organizado. A proposta do governo estadual é enfrentar o déficit habitacional ao mesmo tempo em que estimula o desenvolvimento urbano planejado, com geração de empregos, fortalecimento do setor imobiliário e melhoria da qualidade de vida nos municípios. Do total de unidades previstas, mais de 10 mil moradias já tiveram autorização imediata para contratação, alcançando 146 municípios. O pacote contempla diferentes modalidades de atendimento habitacional, com foco em famílias de baixa renda, especialmente aquelas com rendimento de até três salários-mínimos, por meio de subsídios estaduais e parcerias com prefeituras. AELO – www.aelo.com.br Caio Portugal, presidente da AELO Vera Moreira Comunicação Assessoria de Imprensa da AELO (11) 3253-0729 | 99989-6217 vera@veramoreira.com.br
- Presidente da AELO entra para CONSIC da FIESP
O presidente da FIESP, Paulo Skaf, convidou Caio Portugal, presidente da Associação das Empresas de Loteamento e Desenvolvimento Urbano – AELO, para integrar o Conselho Superior da Indústria da Construção – CONSIC, órgão estratégico focado na formulação de diretrizes para o desenvolvimento da construção civil, sustentabilidade e competitividade no Brasil. Caio Portugal, CEO da GP Desenvolvimento Urbano, se torna um dos maiores líderes do setor da indústria de loteamentos e desenvolvimento urbano integrado, acumulando a presidência da AELO, vice-presidência do SECOVI-SP e como membro do CONSIC. Caio Portugal, presidente da AELO, VP do SECOVI-SP e membro do CONSIC/FIESP Vera Moreira Comunicação - Assessoria de Imprensa da AELO (11) 3253-0729 | 99989-6217 (WhatsApp) - vera@veramoreira.com.br
- Referência em glaucoma e catarata, oftalmologista brasileira leva pesquisas ao cenário internacional
Reconhecida como uma das maiores especialistas brasileiras em glaucoma, a oftalmologista Dra. Regina Cele Silveira Seixas reúne ampla experiência clínica e produção científica voltada ao enfrentamento de uma das principais causas de cegueira no mundo. Sua atuação combina pesquisa, prática médica e participação ativa em entidades científicas nacionais e internacionais. Membro da Sociedade Brasileira de Glaucoma e sócia-diretora do HCLOE, do grupo Opty, Dra. Regina Cele mantém presença constante em congressos nacionais e internacionais, contribuindo ativamente para o intercâmbio científico e para o aprimoramento das práticas médicas no Brasil. Em 2025, foi reconhecida e entrou para a Sigma Xi – The Scientific Research Honor Society , o que representa um marco em sua carreira profissional, ampliando sua inserção em redes globais de pesquisa e colaboração científica. O reconhecimento reforça a relevância do trabalho desenvolvido no país e sua repercussão no cenário internacional da medicina. Especialista também em catarata, Dra. Regina Cele atua na linha de frente do tratamento das principais doenças que afetam a visão, sempre pautada por evidências científicas e inovação tecnológica. Com uma carreira dedicada à preservação da visão e à evolução da oftalmologia, Dra. Regina Cele se consolida como referência técnica e científica no cuidado ocular. “Nesses 30 anos de medicina oftalmológica, meu maior propósito é auxiliar a população no conhecimento das patologias oftalmológicas que podem levar a cegueira e auxiliar novos médicos a se interessarem por ciência, pois o melhor caminho para oftalmologia bem conduzida começa com processos respaldados pelas evidências científicas”, esclarece Dra. Regina Cele. Sobre Regina Cele CRM SP 84485 - Médica Especializada em Glaucoma e Catarata. Mestre em Oftalmologia pela Universidade Federal de São Paulo e Diretora Regional da Sociedade Brasileira de Glaucoma na região Sudeste. Sócia e Diretora da HCLOE Oftalmologia Especializada – www.drareginacele.com.br .
- O impacto dos bairros planejados
*Luciano Borghesi Filho Há mais de 40 anos foram lançados os bairros planejados Riviera de São Lourenço, em Bertioga (SP), e Jurerê Internacional, em Florianópolis (SC), atualmente referências no mercado de desenvolvimento urbano no Brasil. No final da década de 1990, com a estabilização da economia, vários bairros planejados foram a mercado, tais como Villa Flora, em Sumaré (SP), Pedra Branca, em Palhoça (SC), e Colina de São Francisco, no município de São Paulo. Esses empreendimentos tinham em comum o intuito de criar novas centralidades urbanas com uso misto, ofertar espaços urbanos qualificados, incentivar a integração da comunidade, deslocamentos a pé e a ofertar múltiplas tipologias de produtos imobiliários na mesma geografia, seja lote unifamiliar, casas em condomínios horizontais ou apartamentos em condomínios verticais. Adicionais a comércio e serviços, muitas vezes ofertam equipamentos religiosos, educacionais e de saúde. Inicialmente o mercado não entendia a proposta de uma tipologia de produto tão abrangente e com muitos diferenciais qualitativos, passiveis de se vivenciar e constatar apenas após a entrega das primeiras etapas do empreendimento, mas, passados quase 30 anos da segunda onda de lançamentos de bairros planejados, atualmente se constata uma multiplicação de empreendimentos para todas as faixas de renda por todo o mercado nacional; e a população começa a entender as vantagens desta tipologia de produto imobiliário e almejar a viver em bairro planejado ou em um loteamento que, ao menos, tenha parte dos diferenciais que resultam em uma melhor qualidade de vida para os seus futuros moradores. Esta nova expectativa da população é que impacta todo o mercado de desenvolvimento urbano, independente da escala ou faixa de renda do público-alvo. O projeto urbanístico deve ser concebido a partir de uma centralidade, um ponto de gravidade natural do empreendimento, que pode ter comércio e serviços locais ou ser utilizado para o lazer e convivência comunitária. Também, é frequente e esperada, neste modo de atuação empresarial, a oferta de diferentes tipologias de produtos numa mesma geografia, o que amplia o público-alvo e aumento a velocidade de comercialização do empreendimento. Outro aspecto muito importante é a integração comunitária, em geral respaldada por uma Associação de Moradores/Proprietários, cujo principal objetivo social é o desenvolvimento de atividades sociais e educacionais, assim como a zeladoria das áreas e edificações públicas e comunitárias e a implantação de um sistema complementar de segurança. Em geral, o nível de segurança desses bairros planejados é superior aos bairros vizinhos e seus moradores se sentem confortáveis em transitar e permanecer nos espaços públicos a qualquer hora do dia ou noite, resgatando a qualidade de vida do passado. Os desenvolvedores urbanos que materializaram bairros planejados na sua plenitude ou absorvem alguns de seus atributos em seus loteamentos, certamente se beneficiam com o maior diferencial de mercado desse modelo de produto, se alinham com a indiscutível nova expectativa dos clientes, se tornam referência no seu mercado de atuação, conseguem ofertar um maior volume de unidades em uma mesma geografia, tem maior velocidades de vendas e incrementam os resultados dos seus empreendimentos. A sociedade se beneficia em desfrutar de uma estrutura de produto que oferece maior qualidade de vida, conveniências a uma curta caminhada de suas residências, integração social e nível de segurança que remete à tranquilidade do passado ou de pequenas cidades a um custo operacional palatável para um amplo espectro da população brasileira. É uma tipologia de produto que privilegia a integração com o entorno por serem abertos e tem um enorme potencial para substituir e competir com os condomínios fechados, cujo custo operacional é alto e inacessível para a maior parte da sociedade. Olhando para o futuro, é inquestionável que o mercado de desenvolvimento urbano será cada vez mais impactado, seja replicando o modelo na sua plenitude ou replicando apenas alguns dos seus atributos, independente de escala, faixa de renda ou geografia. Luciano Borghesi Filho *Luciano Borghesi Filho é arquiteto e urbanista, consultor de estratégia de produto imobiliário da DRTZ, colaborador da Associação de Empresas de Loteamento e Desenvolvimento Urbano (AELO) e docente do Programa de cursos de atividades específicas de loteamentos, da Universidade Corporativa Secovi-SP
- Mitos e Verdades sobre loteamentos: o que você precisa saber antes de comprar
No setor imobiliário, informação é o que separa a segurança do prejuízo. Por isso, entender os mitos e verdades sobre loteamentos é essencial antes de investir. A Associação das Empresas de Loteamento e Desenvolvimento Urbano (AELO) trabalha para fortalecer o mercado legal e seguro, com iniciativas como o Selo de Regularidade de Aprovação (SRA) e a campanha Lote Legal, trazendo clareza ao comprador e esclarecendo as dúvidas mais comuns sobre regularização, sociedade, tributação e documentação de um loteamento. Saiba o que é mito e o que é verdade antes de comprar um lote. - Loteamento irregular pode ser regularizado facilmente. MITO. Regularizar um loteamento é um processo demorado, caro e cheio de exigências legais, podendo levar de 3 a 10 anos, e, em muitos casos, acaba sendo inviável. O ideal é comprar somente empreendimentos aprovados e registrados em cartório. - A tributação de loteamentos é igual à de qualquer empresa. MITO. Desde a Lei nº 14.382/2022, o loteamento passou a ter tratamento tributário específico, semelhante ao da incorporação imobiliária. Isso permite a adesão ao Regime Especial Tributário (RET), que oferece benefícios fiscais e regras próprias. - A Sociedade de Propósito Específico (SPE) é a melhor forma de começar uma sociedade para loteamento. VERDADE. A SPE traz organização, segurança e transparência, separando o patrimônio da empresa e o dos sócios. Além disso, é criada com um objetivo exclusivo, o desenvolvimento do empreendimento, e pode ser encerrada após o fim do projeto. - Terrenos sem documentação representam um risco de perda de valor elevado. VERDADE. Um terreno sem documentação pode perder até 70% do seu valor em pouco tempo. A falta de registro gera insegurança jurídica, impede financiamentos e desvaloriza o investimento. Antes de comprar, verifique se o lote está regularizado no cartório de registro de imóveis. “Comprar um lote legalizado, registrado e aprovado é o único caminho para garantir segurança e valorização. A AELO sempre apoiou a informação e a transparência no mercado de loteamentos, desenvolvendo materiais gratuitos, disponíveis em nosso site, para ajudar o comprador a tomar a melhor decisão em relação ao investimento.”, reforça Caio Portugal, presidente da AELO. AELO – www.aelo.com.br Fonte – Caio Portugal, presidente da AELO Vera Moreira Comunicação – Assessoria de Imprensa da AELO (11) 3253-0729 | 99989-6217 – vera@veramoreira.com.br
- Oftalmologista alerta pais para exames de rotina antes da volta às aulas
As férias estão terminando e com elas vêm os preparativos: material escolar, uniforme, horários. Mas você já parou para pensar que cerca de 80% do aprendizado das crianças acontece por meio da visão? Muitos pais não se dão conta, mas por trás das dificuldades enfrentadas pelos pequenos em sala de aula podem estar problemas relacionados à visão. De acordo com um levantamento feito pelo projeto social Em Um Piscar de Olhos com 110.700 crianças e adolescentes de 6 meses a 15 anos, de nove estados brasileiros, problemas de visão atingem cerca de 19% dos brasileiros em idade escolar – 23 milhões de pessoas. A médica oftalmologista Regina Cele, Mestre em Oftalmologia pela Universidade Federal de São Paulo, Sócia e Diretora da HCLOE Oftalmologia Especializada faz um alerta para os pais com filhos em idade escolar: “Janeiro é um dos meses com mais consultas agendadas para os pequenos. É o momento para fazer a avaliação ocular, a revisão dos óculos e observar a visão das crianças e dos adolescentes. Muitas vezes, dificuldades de concentração ou baixo rendimento escolar podem estar relacionados a problemas visuais não diagnosticados, como miopia ou astigmatismo.”, explica. Fechar um dos olhos para enxergar; posicionar objetos, como o livro, o caderno ou o celular muito perto do rosto; ter dificuldade para copiar a lição e precisar se sentar próximo da lousa; ter muita dor de cabeça e ficar com os olhos coçando ou vermelhos com frequência podem ser indícios de problemas oftalmológicos. O Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) também tem se atentado a essa questão por conta do aumento de problemas de visão na fase escolar. Observa-se a prevalência de erros refrativos, problemas que acontecem quando o feixe de luz que atravessa o globo ocular para formar a imagem na retina sofre algum desvio provocado pela anatomia do olho, comprometendo a nitidez. O FDA, órgão governamental americano, similar a ANVISA no Brasil, aprovou uma nova tecnologia de lentes de óculos desenvolvida especificamente para retardar a progressão da miopia em crianças. Diferente das lentes comuns, que apenas corrigem o grau, essa tecnologia atua no estímulo luminoso que chega à retina, ajudando a controlar o crescimento excessivo do olho — a principal causa do aumento da miopia na infância. “Sabemos também que fatores genéticos e o uso excessivo de telas têm aumentado os casos de miopia precocemente. Agora, temos mais uma ferramenta poderosa em nosso arsenal de tratamento para o check-up da saúde dos olhos”, aponta Dra. Regina Cele. Os pais devem estar atentos aos comportamentos que podem indicar problemas de visão em crianças: esbarrar constantemente em paredes, móveis e objetos; apertar os olhos quando quer ver algo que está distante; dificuldade para reconhecer pessoas, objetos ou ler placas de longe; apresentar desenvolvimento escolar muito diferente dos outros colegas de sala, desinteresse nas aulas, dispersão constante e dificuldade na interação social. “O ideal é que os pais agendem consultas anuais para seus filhos. A saúde dos olhos é muito importante e impacta diretamente no desenvolvimento educacional e socioemocional. Pessoas que enxergam a vida nitidamente diante de si são mais felizes, compreensivas e seguras”, finaliza a oftalmologista Regina Cele. Sobre Regina Cele CRM SP 84485 - Médica Especializada em Glaucoma e Catarata. Mestre em Oftalmologia pela Universidade Federal de São Paulo e Diretora Regional da Sociedade Brasileira de Glaucoma na região Sudeste. Sócia e Diretora da HCLOE Oftalmologia Especializada – www.drareginacele.com.br . Vera Moreira Comunicação – Assessoria de Imprensa da Dra. Regina Cele (11) 99989-6217 (WhatsApp) | (11) 3253-0729 veramoreira@veramoreira.com.br












